
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011

Admito que doeu, que me sufocou. Admito que eu não sabia pra onde correr. Admito que me consumiu, que me corroeu, que me despedaçou. Mas também admito me fez olhar pra frente e entender que tudo nessa vida tem uma razão, e que se você se machuca muito, começa a não doer mais tanto.”
Caio Fernando de Abreu
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011

"Tua carta me pareceu um tanto amarga. Há uma frase tipo “meu amor parece ter ofendido profundamente às pessoas que amei”, algo assim, com a qual absolutamente não concordo. Não se trata de ofensa, não se trata de aceitação, nem de nada que não seja apenas: as coisas são assim. Os magnetismos das pessoas cruzam- se e descruzam-se, acho, meio que aleatoriamente, por algum tempo, por nenhum tempos por muito tempo. É mais complexo que isso, mas anyway: não deve doer. E não deve porque no fundo não tem importância, como todo o resto. E puromaya, ilusão."
Caio Fernando Abreu;in Cartas -Maria Lídia Magliani
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