domingo, 20 de novembro de 2011




Nunca nos falamos, praticamente, nunca nos olhamos.
Ficou só aquela vibração de silêncio, muito forte.

Caio Fernando Abreu



Admito que doeu, que me sufocou. Admito que eu não sabia pra onde correr. Admito que me consumiu, que me corroeu, que me despedaçou. Mas também admito me fez olhar pra frente e entender que tudo nessa vida tem uma razão, e que se você se machuca muito, começa a não doer mais tanto.”


Caio Fernando de Abreu

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


"... quando criança o shampoo caía nos olhos e eu chorava, chorava, chorava. Hoje, parece que shampoo não maltrata tanto. Mas a vida..."


Sempre me gabei de nunca ter sido usuária de nenhuma droga e nem ao mesmo ter experimentado cigarro. Sempre fui saudável além da conta. Até que me caiu a ficha de que ele era pior do que cocaína.

Tati Bernardi.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



“Descobri que gosto mesmo é do tal amor. Da paixão não. Depois de anos escrevendo sobre ter alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. Eu quero alguém que divida o chão comigo. Quero alguém que me traga fôlego, entenderam?”

Fernanda Mello

"Meu Deus como a gente se trai nessas memórias."


Caio Fernando Abreu

"Tua carta me pareceu um tanto amarga. Há uma frase tipo “meu amor parece ter ofendido profundamente às pessoas que amei”, algo assim, com a qual absolutamente não concordo. Não se trata de ofensa, não se trata de aceitação, nem de nada que não seja apenas: as coisas são assim. Os magnetismos das pessoas cruzam- se e descruzam-se, acho, meio que aleatoriamente, por algum tempo, por nenhum tempos por muito tempo. É mais complexo que isso, mas anyway: não deve doer. E não deve porque no fundo não tem importância, como todo o resto. E puromaya, ilusão." 


Caio Fernando Abreu;in Cartas -Maria Lídia Magliani